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domingo, 12 de dezembro de 2010

Mundial ‘arrepia’ Roth no momento mais importante da carreira dele


Técnico do Inter vive sentimento especial em Abu Dhabi. ‘Estar aqui é uma vitória’, diz ele.

Internacional - Celso Roth em coletiva - Mundial de Clubes Abu DhabiTécnico vive momento mais importante da carreira
dele (Foto: Jefferson Bernardes / Vipcomm)
Caiu na sexta-feira a ficha de Celso Roth: ele está em um Mundial de Clubes. O técnico do Inter, 13 anos depois de enfrentar justamente no Beira-Rio o desafio de comandar pela primeira vez um clube grande, percebeu a proporção que a carreira dele tomou no instante em que entrou no estádio Mohammad Bin Zayed, em Abu Dhabi, para assistir ao jogo entre Mazembe e Pachuca. Ao ver a mistura de africanos, mexicanos e árabes, o treinador balançou.
Ele revelou seu sentimento à imprensa ao comentar como fica o comportamento de um elenco diante de uma estreia – a do Inter é na terça-feira, contra o Mazembe, vencedor da partida.
- Vou te dar um sentimento meu, que acho que foi dos jogadores também: chegar naquele estádio arrepia. Estamos em um campeonato mundial... Aquele clima, aquela sensação, o jogo disputado, dois continentes diferentes, levamos tudo isso em conta. Se isso vai determinar o ganhador da competição, não sei dizer. Mas a estreia é difícil em qualquer campeonato – disse o treinador.
O Mundial é o ponto mais alto da carreira de Roth até o momento. Ele tem a perfeita noção do que um título representará na trajetória dele. E já se diz orgulhoso de ter essa chance.
- Estar aqui é uma vitória, é um privilégio. Estamos trabalhando para conquistar esse título junto com os jogadores, que são as estrelas disso tudo. Participar é uma satisfação, uma honra, um reconhecimento que veio com o trabalho. Isso é o mais importante: somar junto com os grupos. O treinador sempre tem que somar. Tomara que eu consiga realizar o objetivo – afirmou Roth.
O treinador está no Mundial inserido no melhor momento da história do Inter, que tem títulos sequenciais, em nível continental ou mundial, desde 2006. Roth tem como missão manter a rotina de conquistas.
- É bom o sabor de estar e de ser vencedor. O vencedor é diferente. Ele não é normal. O grande ponto é este: atingir não é fácil, e se manter é ainda mais difícil.

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