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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Bruno e Macarrão dizem que Eliza Samudio está viva


Declarações foram feitas no fórum de Esmeraldas, nesta terça-feira (26).
Pai de Eliza diz ter certeza da morte da filha.

Os réus Bruno e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, disseram nesta terça-feira (26) que Eliza Samudio está viva. Segundo o goleiro, A jovem estaria em São Paulo. As declarações foram feitas no Fórum de Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, durante uma audiência de testemunhas do processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza.
Nove réus no caso Eliza participam de audiência no Fórum de EsmeraldasNove réus no caso Eliza participam de audiência no
Fórum de Esmeraldas (Foto: Alex Araújo\G1 MG)
A imprensa pôde, nesta terça-feira, fazer perguntas diretamente aos réus, que acompanharam a oitiva de três testemunhas de defesa de Bruno e uma de Fernanda Gomes de Castro. O goleiro, neste momento, disse que “ estão fazendo sacanagem” com ele com a “turma toda”. Bruno completou, dizendo que “a Justiça dos homens pode falhar, mas Deus está lá em cima vendo tudo. A dele não falha, não”.
O goleiro voltou a afirmar que não matou Eliza. “Ela está viva, em São Paulo. Eu jamais mataria, tenho duas filhas para criar”. Bruno ainda disse ter esperanças de voltar a jogar futebol. Bruno foi algemado em seguida, e começou a chorar.
Em seguida, Macarrão falou à imprensa. Disse que nenhum deles matou Eliza. O amigo de Bruno ainda disse que está sofrendo com o que está acontecendo. “Eliza está viva e a polícia está procurando a pessoa morta. Ela [a polícia] precisa procurar a pessoa viva. É por isso que não acha”, completou Macarrão.
O pai de Eliza, Luiz Carlos Samudio, disse ao G1 que não tem dúvida de que a filha está morta. “É mais coisa absurda do [Ércio - advogado de Bruno] Quaresma. Quem me dera que a minha filha estivesse viva. Meu Deus do Céu”, afirmou Samudio. O advogado Ércio Quaresma foi procurado para comentar a declaração de Samudio, mas não foi encontrado. A mãe de Eliza, Sônia Fátima de Moura, também não foi encontrada para falar sobre as declarações de Bruno e de Macarrão.
A juíza Maria José Starling pediu para conversar separadamente com Bruno na sequência das declarações, e não explicou o porquê da reunião com o réu.

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